Quis dizer tudo numa serenata...
Escrever tudo aquilo que sentia.
A vontade era tudo que eu tinha.
Rima sempre foi aquela ferramenta,
Perfeita para ser minha guia.
Mas não é só arte escrita em verso:
Poesia também é inspiração.
Não é só presente, pode ser retrocesso...
É loucura, sensatez e paixão...
Uma conversão de coisas beras.
Receita para não contar primaveras.
by, Alberto L. J. Andrade
domingo, 1 de setembro de 2019
domingo, 21 de julho de 2019
Hoje
tentei escrever…
Hoje
tentei escrever…
Hoje
tentei escrever…
Hoje
tentei escrever,
Mas
as palavras não saem bem…
Hoje
tentei escrever,
Mas
as palavras não saem bem…
Percebes
o que quero dizer?
Hoje
as palavras não saem bem,
Mas
se tenho vontade de escrever,
Porquê
que nada me sai bem?
Sei
que consigo perceber,
Se
fizer uma introspeção.
Sinto
vontade, mas não é vontade
Que
me da inspiração…
Hoje
tentei escrever…
Nem
sempre acontece,
Não
é possível,
Pois
quando escrevo,
Estou
noutro nível.
E
não é possível simular
Sei
muito bem o que se está a passar…
Sinto
vontade de escrever,
Porque
sinto vontade de dizer
Àquela
que eu amo que a amo
E
que não a quero perder.
Mas
já é tarde, ou nunca é tarde?
Por
favor dá-me razão!
A
vida é um misto de antinomias,
E
eu sou a maior contradição.
Hoje
tentei escrever…
Hoje
tentei e escrevi.
Não
pode ser de outra maneira.
Tive
de refletir cada verso…
Porque
hoje estou do avesso
Não
é puro, não é terso…
Estou
inseguro, mas só peço,
Que
no escuro, esteja aceso.
Hoje
consegui escrever…
Hoje
consegui escrever…
Hoje
consegui escrever…
Hoje
consegui escrever…
by, Alberto L. J. Andrade
sábado, 15 de dezembro de 2018
Tristeza e Pesar
Se algum dia
sentiste que ninguém te amava,
Limpa as
lágrimas…
És tu quem deve amar-te primeiro!
Eu sei que é difícil, mas,
Que estás
num precipício, mas,
Não podes
desistir, mas
Não ergas a
cabeça para sorrir…
Ergue a
cabeça para dizer:
Que és tu quem vai vencer!
Que és tu quem vai vencer!
Vais ser o
rei da tua vida!
O tomador de decisões!
O domador dos teus leões!
O tomador de decisões!
O domador dos teus leões!
O escritor
das tuas canções!
Mesmo que a vida seja como
Um carro e não tenha travões…
Mesmo que a vida seja como
Um carro e não tenha travões…
És o fundir de gerações,
O ditador do teu futuro.
Por isso trabalha a fundo e duro.
Derruba e constrói um muro…
Seja manhã
ou esteja escuro.
Faz das dificuldades teu professor,
E não vivas na tristeza nem na dor!
by, Alberto L. J. Andrade
[reescrita de um poema antigo]
domingo, 14 de outubro de 2018
Teu Nome não posso Revelar
Não, eu não falo contigo,
Mas
ainda penso em ti.
Eu
não falo, mas consigo
Lembrar-me
do que vi em ti.
É possível que não tenhas
Visto
nada em mim...
Enfim,
o amor sente-se em si....
Olho para fotografias tuas,
E
tu nem sabes bebé...
Nem
são fotos seminua.
És
tão diferente, não é?
Eu só gostaria que soubesses,
Aquilo
que eu sinto por ti,
Ou
gostaria de poder dizer
Que
já foi o que senti.
Ou seja, já não sinto nada.
Ora
a verdade é que sonho em seres
Minha
linda namorada!
Poema escrito numa noitada...
O nosso relacionamento foi tropical,
Mas
não foi numa balada....
"Tu deixas-me todo trocado...
Da
melhor casta de vinho,
Deixas-me
todo tocado."....
by, Alberto L. J. Andrade
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Sem título
Devias ser minha namorada,
Mas não queres nada comigo.
Disseste que éramos nada,
Eu nem ser nada consigo!
E se não queres a minha amizade,
Deixo de falar e sigo.
Em frente,
Encontrei-me a olhar para o vácuo...
Eu dei tudo de mim,
Mas só coube num saco!
O meu coração estava cheio,
Eu só te enchi o saco!
Estou hipersensível,
Tu perdeste o tacto!
Então faço um pacto,
E caso não queiras:
Dá-me o teu coração,
Prometo que não faço asneiras.
Sei que podes estar cansada
Dessas brincadeiras...
Um amor duro como o mármore...
Eu não trago madeiras!
by, Alberto L. J. Andrade
Mas não queres nada comigo.
Disseste que éramos nada,
Eu nem ser nada consigo!
E se não queres a minha amizade,
Deixo de falar e sigo.
Em frente,
Encontrei-me a olhar para o vácuo...
Eu dei tudo de mim,
Mas só coube num saco!
O meu coração estava cheio,
Eu só te enchi o saco!
Estou hipersensível,
Tu perdeste o tacto!
Então faço um pacto,
E caso não queiras:
Dá-me o teu coração,
Prometo que não faço asneiras.
Sei que podes estar cansada
Dessas brincadeiras...
Um amor duro como o mármore...
Eu não trago madeiras!
by, Alberto L. J. Andrade
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Breves Poemas
Caso não passe só de um caso eu caso, acredita.
Agora ando no teu passo, no compasso da minha vida.
Naquilo que tenho vivido o amor está escasso, querida.
Aquilo que vejo entre nós é baço e assim seja, bendita.
As cores são o espectro da poesia
Que ouço a cada passo dela (bela)
O seu cheiro a maresia
Avistada ao brilho de uma vela (cela)
Mesmo que veja a tristeza
À sombra de uma favela (trela)
Ela trás-me a alegria (fantasia)
Que preciso para estar com ela (ela)
Ela?
Agora ando no teu passo, no compasso da minha vida.
Naquilo que tenho vivido o amor está escasso, querida.
Aquilo que vejo entre nós é baço e assim seja, bendita.
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Mary Jane
Que ouço a cada passo dela (bela)
O seu cheiro a maresia
Avistada ao brilho de uma vela (cela)
Mesmo que veja a tristeza
À sombra de uma favela (trela)
Ela trás-me a alegria (fantasia)
Que preciso para estar com ela (ela)
Ela?
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A voz é sempre devorada
Na hora da alvorada.
O silêncio por vezes diz tudo,
Neste não ouço nada.
O calafrio que vou sentindo,
Tal como sozinho numa parada...
É hora de acordar,
Pois é hora da debandada!
Na hora da alvorada.
O silêncio por vezes diz tudo,
Neste não ouço nada.
O calafrio que vou sentindo,
Tal como sozinho numa parada...
É hora de acordar,
Pois é hora da debandada!
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Eu descrevo a vida por palavras
Ela expressa-se por uma tela
O seu jeito é um mistério
Como passar numa ruela
Isto pode ser só uma fase
Mas não resisto à sua face bela
Vou andando passo a passo
Ando ao compasso delaEu descrevo a vida por palavras
Ela expressa-se por uma tela
O seu jeito é um mistério
Como passar numa ruela
Isto pode ser só uma fase
Mas não resisto à sua face bela
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A Menina do cabelo
Que parece esvoaçar...
O vento faz ao seu cabelo,
O que a Lua faz ao Mar.
Mesmo que não haja vento,
O cabelo, parece dançar
Sim, eu amo essa menina
Mas não lhe posso contar!
Quem vive preocupado com problemas,
Tem um problema a mais...
Esquece os pensamentos tristes.
Vive os problemas reais.
Não escrevo o que não conheço,
Só trago temas reais!
Isto já são dilemas a mais
E nós precisamos de lemas dos tais:
Quem não gosta que se arranje,
Só queremos amigos frontais!
Tal como agora...
Doravante,
Dirão "Embora avante!".
Embora avante,
Só haja quem decore o cante.
Há quem só adore a vante,
Sem motivos aparentes...
E eu só estou a cerrar os dentes,
Pois ninguém assume as frentes!
Que parece esvoaçar...
O vento faz ao seu cabelo,
O que a Lua faz ao Mar.
Mesmo que não haja vento,
O cabelo, parece dançar
Sim, eu amo essa menina
Mas não lhe posso contar!
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Hoje estou a viver a vida
Como alguém que quer mais!Quem vive preocupado com problemas,
Tem um problema a mais...
Esquece os pensamentos tristes.
Vive os problemas reais.
Não escrevo o que não conheço,
Só trago temas reais!
Isto já são dilemas a mais
E nós precisamos de lemas dos tais:
Quem não gosta que se arranje,
Só queremos amigos frontais!
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Doravante,
Dirão "Embora avante!".
Embora avante,
Só haja quem decore o cante.
Há quem só adore a vante,
Sem motivos aparentes...
E eu só estou a cerrar os dentes,
Pois ninguém assume as frentes!
by, Alberto L. J. Andrade
(coleção de poemas do facebook)
Em que estou a pensar?
Que eu sou tão egocêntrico...
Digo que o escrevo é arte.
Eu sou tão possessivo,
Que digo que só eu sei amar-te.
Sim, porque eu sei tudo,
Mas tudo é subjetivo.
Não, eu não sei tudo,
Eu sei o meu objetivo!
Mas como falar de amor
Se nem consigo falar-te?
Como penso em estar contigo,
Se tenho mais coragem de ir a Marte?
Sim, porque eu já conheço o Mundo...
Só não conheço o seu interior
Não, eu nem quero...
Eu só quero o teu calor!
Que os fluidos sejam saliva
Do tão desejado beijo!
Que só subam as hormonas
Carregadas de desejo!
Que cimentação ocorra
Na nossa relação!
E que ela resista ao tempo
E à meteorização!
Digo que o escrevo é arte.
Eu sou tão possessivo,
Que digo que só eu sei amar-te.
Sim, porque eu sei tudo,
Mas tudo é subjetivo.
Não, eu não sei tudo,
Eu sei o meu objetivo!
Mas como falar de amor
Se nem consigo falar-te?
Como penso em estar contigo,
Se tenho mais coragem de ir a Marte?
Sim, porque eu já conheço o Mundo...
Só não conheço o seu interior
Não, eu nem quero...
Eu só quero o teu calor!
Que os fluidos sejam saliva
Do tão desejado beijo!
Que só subam as hormonas
Carregadas de desejo!
Que cimentação ocorra
Na nossa relação!
E que ela resista ao tempo
E à meteorização!
by, Alberto L. J. Andrade
(uma brincadeira com a pergunta feita no facebook)
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