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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Crises de um Escritor (Desabafo sincero)

A inspiração vem
E a inspiração vai;
Tal como a alma sobe
E o corpo cai.

Estou perdido...
Já não consigo escrever!
Porque encontrei a felicidade
Que tanto queria ter.

Mas pergunto-me:
Se haverá inspiração
Na melodia de uma canção
Ou só na tristeza e solidão.

E o Mundo?
Parece que está perdido...
Sinto-me um talento escondido,
Que ninguém encontrará!

E este poema?
Ficará ao Deus dará,
Ou eu pegarei numa pá
Para enterrar algo onde quer que seja...


Por: Alberto Andrade

terça-feira, 3 de maio de 2011

Frases

Aqui ficam algumas frases que tenho vindo a fazer ao longo da minha Vida:


Nada é difícil, antes de se tentar...


Apenas um conjunto de palavras com uma sequência organizada, formando assim uma frase, de modo a dar o significado pretendido...


Há teses que não precisam de argumentos para as justificar!


Um defeito é apenas mais uma qualidade que nos torna naquilo que realmente somos!


Ou fodemos a nossa Vida, ou Ela nos fode a nós. No fundo vai tudo dar ao mesmo...


Muitos tentam ensinar os seus conhecimentos sobre a vida e a forma de viver, mas poucos têm habilitações para tal!


Todas as Palavras têm um número Limitado de Letras, mas os seus significados são Ilimitados pela Noção de cada um.


Tu não me Completas... Fazes-me, sim, sentir-me um Todo, quando me Acho tão Nada!


O complicado é não complicar.


Realidade entrelaçada em Fantasia pelos laços do Infinito – Imaginação.


É como um liquido transparente, que torna as lágrimas inflamáveis e nos faz lavar a cara – Esperança.


A Vida é a Poesia mais Bela, Escrita por um Cretino qualquer!



Por: Alberto Andrade

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Publicidade e Novos projectos

Olá a todos os leitores deste blogue. Trago novidades...

De certo que salta à vista de qualquer um uma diferença no blogue: agora há publicidades. Supostamente (mas é só suposto) eu fi-lo com o intuito de ganhar algum dinheiro com isto, que publicar estas coisas - pode parecer que não - mas dá imenso trabalho e dito isto, dá-me uma certa vontade de "suplicar" para que divulguem o nosso blogue massivamente. Acho que merecemos e a literatura actual também merece a sua atenção e não apenas "Os Lusíadas", "Os Maias" e etc...

Mudando agora de assunto, quero falar sobre novos projectos...

As ultimas publicações que fiz, foram apenas de trabalhos anteriores. E porque o fiz? Não só para divulga-los, mas também para não deixar o blogue parado, porque parece que mesmo não estudando, a escola consegue ocupar o tempo e a paciência de uma pessoa (para além de outros pormenores que não vale a pena mencionar). Dito isto, há novos projectos, nenhuns realizados, mas serão realizados e postados na devida altura.

Quem teve a paciência para ler isto até ao fim, aos fins-de-semana ou assim, percam 5minutos da vossa vida a apreciar aquilo que fazemos e incentivem mais gente a fazê-lo. Fazemo-lo por gosto, mas gostamos da admiração e pelo menos eu, um dia desejo escrever um livro.

Desculpem a escrita, mas não fiz nenhum esboço,
Alberto Andrade.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Poemas antigos III

O Que Sempre Quis

Eu sempre quis muita coisa,
Muitas delas surreais.
Podem chamar-me sonhador,
Mas são muito especiais.

Sempre quis ter asas para voar!
Ser feiticeiro para fazer magia
Como aqueles da televisão,
Aquelas histórias de fantasia!

Sempre quis ser um vilão,
A encarnação do mal
Ou o diabo ou algo do género!
Sempre quis o dominio universal!

Queria obediência cega!
Dominar todas as artes marciais!
Inventar a minha propria roupa,
Os meus trages reais!

Mas como isso tudo é pedir muito,
Eu apenas quero todos os doces do universo
E que eles nunca acabem!
Isso é tudo que eu peço!

Sempre quis ser super giro e musculado
E fazer filmes em Hollywood!
Queria ir de férias para os Estados Unidos,
Só para comer muita fastfood!

Sempre quis ser um cantor famoso,
E que também soubesse dançar,
Ser muito desejado pelas mulheres,
E estar sempre a arrasar!

Mas estanto mais perto do mais provável,
Sempre quis ser um grande atleta:
Estar sempre na frente,
Na partida e na meta!

Já agora gostaria de saber
Fazer todos os desportos!
Sempre quis ter todos os carros,
Barco, aviões e motos!

Sempre quis ser presidente
E mudar o que eu acho que está mal!
Iam todos viver nas mesmas condições;
Seria um pouco ditatorial...

Sempre quis ser sobredotado
E já ter acabado a escola!
E por mais que fosse inteligente,
Fosse jogador da bola!
E só quando acabar a carreira,
Ser dono de uma escola do 1º ao 12º ano,
Em que também acolhessem as crianças:
Seja preto ou cigano!

Sempre quis ter 1.80 metros
E 80 quilos!
Não casar mas morar com uma mulher
E ter com ela 1 ou 2 filhos!

Mas há uma coisa que se eu tivesse,
Eu não quereria mais nada:
Uma rapariga linda,
Que quisesse ser minha namorada!


Um Novo Ser

Tinha uma fúria por viver,
um ódio por não amar,
estava prestes a enlouquecer,
sem força para me soltar.

Vivia preso por correntes
onde não estou agora,
já consigo chorar…
quando a minha alma também chora.

Não sei se isto é certo,
aprovável ou ruim,
só sei que a partir de agora
decidi ser assim.

Estou farto de me esconder,
deixei cair o véu,
sei que posso ser superior,
sei que consigo chegar ao céu!

Mas se não fosse este ser…
frio e sem vontade de viver,
eu não teria de renascer
calmo, inteligente e com vontade de aprender.
Salvou-se uma alma delinquente
de aprender a ser diferente,
sendo igual a toda a gente
mesmo que fosse só aparente.



Por: Alberto Andrade

Poemas antigos II

Amor Eterno

Não consigo controlar
este amor, esta paixão
mesmo quando estamos chateados
e eu invadido pela solidão,
saiu à rua e a chuva
escreve o teu nome no chão
e por baixo bem grande escrito:
amar-te-ei até à imensidão!


Emoção em 11 versos de Frustração

Destino desgraçado!
Sinto-me em perigo e desarmado!
Perspectivo o futuro,
Mas estou preso ao passado!
Pois o presente fez-me um furo
E deixou o meu coração despedaçado!
Estou encurralado, corrompido, mutilado!
Sinto o meu corpo a ser desfeito,
Bocado a bocado...
Mas sei que este é o meu legado:
- Viver sem ser amado!


Eu e o Mundo

Eu sou, tu és,
Nós Somos:
Tudo! O Universo...
Tudo! Sem excesso...
Amor, é o que eu peço.
Vivo a vida, vivo e sou,
A vida e um Mundo
Criado por todos nós.
Ouço e sinto a nossa voz.
Somos tudo por existir,
Sem isso não havia nada...
Enfim Somos tudo!
Tudo, tudo!



Por: Alberto Andrade

Poemas antigos I

A Poesia

Eu amo a poesia,
Sou o poeta escravo dela!
Faço-a por amor a arte,
Como um pintor pinta uma tela.

A poesia me distrai,
Abrestrai-me de coisas más,
Neste Mundo onde Diabo e o outro nome
Do unico Deus que é Satanás!

Poesia significa a voz
Emitida pela minha alma...
Mas não é um desamparo,
É apenas algo que me acalma!

Algo que me faz ver
Que valho mais do que penso!
Não serve para sarar feridas,
É apenas um penso...

Ser poeta não é fazer poesia
Literariamente bem escrita:
É fazer algo interessante
Com sentimentos, que suscita
É tornar algo muito mau,
Em uma coisa mais bonita.

Poesia é a fonte,
Para quem de água anseia.
Poesia é sempre poesia,
Seja bonita ou seja feia!


O Homem Assustador

Ontem quando sai a rua,
Apanhei um susto para nunca mais.
Não acreditava, mas já acredito
Em coisas surreais.

Era um homem assustador,
Com cara de chimpanzé,
Tinha o olho nos joelhos
E a boca era o pé.
Usava umas meias nos ouvidos
E do nariz deitava chulé.

Para piorar a situação,
Faltava-lhe uma mão.
Tinha a barriga tão grande,
Que estava sempre a cair no chão.

A cabeça era tão grande,
Que a sua volta girava a lua.
Quando ele passou na minha zona,
Tiveram de evacuar a rua.


Por: Alberto Andrade

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Primeiros poemas

Se título (1º poema)

Lágrimas caem,
Flores esmorecem
Num brilho apagado
Onde males padecem.

Uma esperança escondida,
Numa revolta inexplicável.
A procura dum amar,
Perdido no mundo do encontrável.

Ultrapassando barreiras inexistentes.
A procura, não sei porquê, por tal.
Uma pessoa desconformada,
Mas escondendo dos outros como esta mal!

Mas até na escuridão
Existe uma luz que ilumina!
Um dia voltaremos a estar juntos,
Ou isto é uma ilusão que me fascina...


Sinto Vontade De Dormir (1º poema sem rima)

Vagueio como um espírito
Com este carma que carrego,
Com esta vontade de solidão
Necessitando de ser amado.

Sinto e sei que me contradigo.
Minto sem saber qual a razão...
Perdi-me no meu próprio mistério
E não encontro a saída!

Penso que não sou a mesma pessoa...
Que tenho vários espíritos dentro do meu corpo!
Cada um com uma personalidade,
Que agem sem o meu consentimento.

Mesmo que seja eu próprio
A controlar o meu pensamento,
Não tenho controlo suficiente
Para controlar o inconsciente!

Vivo sentindo que estou morto...
Que sou um espírito que todos vêem...
Ou talvez ninguém me veja
E isto seja tudo uma ilusão!

Talvez um dia acorde
E passe a ser nada:
Nem pessoa nem consciência...
Aquilo que denominamos morte!




Por:
Alberto Andrade