O Que Sempre Quis
Eu sempre quis muita coisa,
Muitas delas surreais.
Podem chamar-me sonhador,
Mas são muito especiais.
Sempre quis ter asas para voar!
Ser feiticeiro para fazer magia
Como aqueles da televisão,
Aquelas histórias de fantasia!
Sempre quis ser um vilão,
A encarnação do mal
Ou o diabo ou algo do género!
Sempre quis o dominio universal!
Queria obediência cega!
Dominar todas as artes marciais!
Inventar a minha propria roupa,
Os meus trages reais!
Mas como isso tudo é pedir muito,
Eu apenas quero todos os doces do universo
E que eles nunca acabem!
Isso é tudo que eu peço!
Sempre quis ser super giro e musculado
E fazer filmes em Hollywood!
Queria ir de férias para os Estados Unidos,
Só para comer muita fastfood!
Sempre quis ser um cantor famoso,
E que também soubesse dançar,
Ser muito desejado pelas mulheres,
E estar sempre a arrasar!
Mas estanto mais perto do mais provável,
Sempre quis ser um grande atleta:
Estar sempre na frente,
Na partida e na meta!
Já agora gostaria de saber
Fazer todos os desportos!
Sempre quis ter todos os carros,
Barco, aviões e motos!
Sempre quis ser presidente
E mudar o que eu acho que está mal!
Iam todos viver nas mesmas condições;
Seria um pouco ditatorial...
Sempre quis ser sobredotado
E já ter acabado a escola!
E por mais que fosse inteligente,
Fosse jogador da bola!
E só quando acabar a carreira,
Ser dono de uma escola do 1º ao 12º ano,
Em que também acolhessem as crianças:
Seja preto ou cigano!
Sempre quis ter 1.80 metros
E 80 quilos!
Não casar mas morar com uma mulher
E ter com ela 1 ou 2 filhos!
Mas há uma coisa que se eu tivesse,
Eu não quereria mais nada:
Uma rapariga linda,
Que quisesse ser minha namorada!
Um Novo Ser
Tinha uma fúria por viver,
um ódio por não amar,
estava prestes a enlouquecer,
sem força para me soltar.
Vivia preso por correntes
onde não estou agora,
já consigo chorar…
quando a minha alma também chora.
Não sei se isto é certo,
aprovável ou ruim,
só sei que a partir de agora
decidi ser assim.
Estou farto de me esconder,
deixei cair o véu,
sei que posso ser superior,
sei que consigo chegar ao céu!
Mas se não fosse este ser…
frio e sem vontade de viver,
eu não teria de renascer
calmo, inteligente e com vontade de aprender.
Salvou-se uma alma delinquente
de aprender a ser diferente,
sendo igual a toda a gente
mesmo que fosse só aparente.
Por: Alberto Andrade
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Poemas antigos II
Amor Eterno
Não consigo controlar
este amor, esta paixão
mesmo quando estamos chateados
e eu invadido pela solidão,
saiu à rua e a chuva
escreve o teu nome no chão
e por baixo bem grande escrito:
amar-te-ei até à imensidão!
Emoção em 11 versos de Frustração
Destino desgraçado!
Sinto-me em perigo e desarmado!
Perspectivo o futuro,
Mas estou preso ao passado!
Pois o presente fez-me um furo
E deixou o meu coração despedaçado!
Estou encurralado, corrompido, mutilado!
Sinto o meu corpo a ser desfeito,
Bocado a bocado...
Mas sei que este é o meu legado:
- Viver sem ser amado!
Eu e o Mundo
Eu sou, tu és,
Nós Somos:
Tudo! O Universo...
Tudo! Sem excesso...
Amor, é o que eu peço.
Vivo a vida, vivo e sou,
A vida e um Mundo
Criado por todos nós.
Ouço e sinto a nossa voz.
Somos tudo por existir,
Sem isso não havia nada...
Enfim Somos tudo!
Tudo, tudo!
Por: Alberto Andrade
Não consigo controlar
este amor, esta paixão
mesmo quando estamos chateados
e eu invadido pela solidão,
saiu à rua e a chuva
escreve o teu nome no chão
e por baixo bem grande escrito:
amar-te-ei até à imensidão!
Emoção em 11 versos de Frustração
Destino desgraçado!
Sinto-me em perigo e desarmado!
Perspectivo o futuro,
Mas estou preso ao passado!
Pois o presente fez-me um furo
E deixou o meu coração despedaçado!
Estou encurralado, corrompido, mutilado!
Sinto o meu corpo a ser desfeito,
Bocado a bocado...
Mas sei que este é o meu legado:
- Viver sem ser amado!
Eu e o Mundo
Eu sou, tu és,
Nós Somos:
Tudo! O Universo...
Tudo! Sem excesso...
Amor, é o que eu peço.
Vivo a vida, vivo e sou,
A vida e um Mundo
Criado por todos nós.
Ouço e sinto a nossa voz.
Somos tudo por existir,
Sem isso não havia nada...
Enfim Somos tudo!
Tudo, tudo!
Por: Alberto Andrade
Poemas antigos I
A Poesia
Eu amo a poesia,
Sou o poeta escravo dela!
Faço-a por amor a arte,
Como um pintor pinta uma tela.
A poesia me distrai,
Abrestrai-me de coisas más,
Neste Mundo onde Diabo e o outro nome
Do unico Deus que é Satanás!
Poesia significa a voz
Emitida pela minha alma...
Mas não é um desamparo,
É apenas algo que me acalma!
Algo que me faz ver
Que valho mais do que penso!
Não serve para sarar feridas,
É apenas um penso...
Ser poeta não é fazer poesia
Literariamente bem escrita:
É fazer algo interessante
Com sentimentos, que suscita
É tornar algo muito mau,
Em uma coisa mais bonita.
Poesia é a fonte,
Para quem de água anseia.
Poesia é sempre poesia,
Seja bonita ou seja feia!
O Homem Assustador
Ontem quando sai a rua,
Apanhei um susto para nunca mais.
Não acreditava, mas já acredito
Em coisas surreais.
Era um homem assustador,
Com cara de chimpanzé,
Tinha o olho nos joelhos
E a boca era o pé.
Usava umas meias nos ouvidos
E do nariz deitava chulé.
Para piorar a situação,
Faltava-lhe uma mão.
Tinha a barriga tão grande,
Que estava sempre a cair no chão.
A cabeça era tão grande,
Que a sua volta girava a lua.
Quando ele passou na minha zona,
Tiveram de evacuar a rua.
Por: Alberto Andrade
Eu amo a poesia,
Sou o poeta escravo dela!
Faço-a por amor a arte,
Como um pintor pinta uma tela.
A poesia me distrai,
Abrestrai-me de coisas más,
Neste Mundo onde Diabo e o outro nome
Do unico Deus que é Satanás!
Poesia significa a voz
Emitida pela minha alma...
Mas não é um desamparo,
É apenas algo que me acalma!
Algo que me faz ver
Que valho mais do que penso!
Não serve para sarar feridas,
É apenas um penso...
Ser poeta não é fazer poesia
Literariamente bem escrita:
É fazer algo interessante
Com sentimentos, que suscita
É tornar algo muito mau,
Em uma coisa mais bonita.
Poesia é a fonte,
Para quem de água anseia.
Poesia é sempre poesia,
Seja bonita ou seja feia!
O Homem Assustador
Ontem quando sai a rua,
Apanhei um susto para nunca mais.
Não acreditava, mas já acredito
Em coisas surreais.
Era um homem assustador,
Com cara de chimpanzé,
Tinha o olho nos joelhos
E a boca era o pé.
Usava umas meias nos ouvidos
E do nariz deitava chulé.
Para piorar a situação,
Faltava-lhe uma mão.
Tinha a barriga tão grande,
Que estava sempre a cair no chão.
A cabeça era tão grande,
Que a sua volta girava a lua.
Quando ele passou na minha zona,
Tiveram de evacuar a rua.
Por: Alberto Andrade
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Primeiros poemas
Se título (1º poema)
Lágrimas caem,
Flores esmorecem
Num brilho apagado
Onde males padecem.
Uma esperança escondida,
Numa revolta inexplicável.
A procura dum amar,
Perdido no mundo do encontrável.
Ultrapassando barreiras inexistentes.
A procura, não sei porquê, por tal.
Uma pessoa desconformada,
Mas escondendo dos outros como esta mal!
Mas até na escuridão
Existe uma luz que ilumina!
Um dia voltaremos a estar juntos,
Ou isto é uma ilusão que me fascina...
Sinto Vontade De Dormir (1º poema sem rima)
Vagueio como um espírito
Com este carma que carrego,
Com esta vontade de solidão
Necessitando de ser amado.
Sinto e sei que me contradigo.
Minto sem saber qual a razão...
Perdi-me no meu próprio mistério
E não encontro a saída!
Penso que não sou a mesma pessoa...
Que tenho vários espíritos dentro do meu corpo!
Cada um com uma personalidade,
Que agem sem o meu consentimento.
Mesmo que seja eu próprio
A controlar o meu pensamento,
Não tenho controlo suficiente
Para controlar o inconsciente!
Vivo sentindo que estou morto...
Que sou um espírito que todos vêem...
Ou talvez ninguém me veja
E isto seja tudo uma ilusão!
Talvez um dia acorde
E passe a ser nada:
Nem pessoa nem consciência...
Aquilo que denominamos morte!
Por:
Alberto Andrade
Lágrimas caem,
Flores esmorecem
Num brilho apagado
Onde males padecem.
Uma esperança escondida,
Numa revolta inexplicável.
A procura dum amar,
Perdido no mundo do encontrável.
Ultrapassando barreiras inexistentes.
A procura, não sei porquê, por tal.
Uma pessoa desconformada,
Mas escondendo dos outros como esta mal!
Mas até na escuridão
Existe uma luz que ilumina!
Um dia voltaremos a estar juntos,
Ou isto é uma ilusão que me fascina...
Sinto Vontade De Dormir (1º poema sem rima)
Vagueio como um espírito
Com este carma que carrego,
Com esta vontade de solidão
Necessitando de ser amado.
Sinto e sei que me contradigo.
Minto sem saber qual a razão...
Perdi-me no meu próprio mistério
E não encontro a saída!
Penso que não sou a mesma pessoa...
Que tenho vários espíritos dentro do meu corpo!
Cada um com uma personalidade,
Que agem sem o meu consentimento.
Mesmo que seja eu próprio
A controlar o meu pensamento,
Não tenho controlo suficiente
Para controlar o inconsciente!
Vivo sentindo que estou morto...
Que sou um espírito que todos vêem...
Ou talvez ninguém me veja
E isto seja tudo uma ilusão!
Talvez um dia acorde
E passe a ser nada:
Nem pessoa nem consciência...
Aquilo que denominamos morte!
Por:
Alberto Andrade
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Os Dois
Eu choro,
Tu choras,
Choramos os dois!
Imploro,
Imploras,
Imploramos os dois!
Por amor,
Por amar.
Por partir,
Por ficar.
Partimos ficando os dois...
(E depois...?)
Por:
Adolfo de Sousa
Tu choras,
Choramos os dois!
Imploro,
Imploras,
Imploramos os dois!
Por amor,
Por amar.
Por partir,
Por ficar.
Partimos ficando os dois...
(E depois...?)
Por:
Adolfo de Sousa
terça-feira, 24 de agosto de 2010
História de Amor II - Rumo à Primavera
3 de Abril – Sábado
Logo ao raiar do Sol o galo, cacarejando, acordou todos os animais e pessoas que viviam na Quinta, que, com menos dificuldade que o habitual em dias de Inverno, levantaram-se sabendo de antemão que os esperava um ensolarado dia de Primavera.
Cláudia foi a primeira a levantar-se, vestiu-se e foi para fora de casa inspirar o ar puro, até que um rapaz alto, moreno e bem parecido surgiu de dentro de casa, foi ter com ela e disse:
- O pequeno-almoço já está pronto. Vens?
- Oh João, nem paraste para olhar à tua volta. Vê como é bela a Primavera. - Ripostou Cláudia.
- Realmente tens razão, mas estou esfomeado. Vamos! - Disse João enquanto olhava à sua volta.
- Ok, ok! - Acalmou-o Cláudia.
Já dentro de casa, enquanto pequeno-almoçavam, João perguntou:
- Depois de comermos queres dar um passeio?
- Pode ser... Onde? - Perguntou Cláudia.
- Não sei. Passear... - Tentou esclarecer João.
- Ai... Tá bem, vá. - Concordou Cláudia enquanto revirava os olhos.
- As conversas da juventude... - Disse, aparte, Carolina, a avó de João: uma mulher baixa, de cabelos grisalhos, pelos seus sessenta e dois anos, mas com a energia de uma mulher de trinta anos, devido ao trabalho diário na Quinta.
Depois do pequeno-almoço, João e Cláudia fizeram como haviam combinado e foram dar um passeio para lá da Quinta, até um sitio onde parecia haver ninguém.
João encontrou um local para os dois se sentarem e lá ficaram a conversar, com o pouco que lhes ia ocorrendo e à medida que a conversa ia decorrendo, João ia aproximando-se de Cláudia e tentava pôr o seu braço à volta dela. Cláudia nada dizia... Até que João, subitamente, tentou beija-la.
- João! Já falámos sobre isso... - Disse ela enquanto o afastava.
- Mas eu amo-te, tu sabes disso. - Disse ele ao levantar-se.
- Amas... Só nos conhecemos a um mês e tu sabes que o meu passado não foi lá muito alegre com rapazes. - Lembrou Cláudia.
- Pois... Vamos embora. - Ripostou João de cabeça baixa.
- É... – Concordou Cláudia enquanto se levantava.
5 de Abril – Segunda-feira
Era de tarde e o Sol parecia decidido a não aparecer naquele dia.
Cláudia estava a tratar da horta, como havia pedido a avó Carolina e enquanto o fazia, sem querer fazê-lo, lembrava-se de como fora a morte de Alberto, no entanto, sem verter nenhuma lágrima, como se já não o amasse. Pudera... Já havia chorado tudo.
- Cláudia! – Gritou João, andando na direcção dela.
- O que se passa? – Perguntou Cláudia.
- Passou por aqui uma pessoa a perguntar por ti... – Disse João, já perto dela.
- E o que lhe disseste...? – Voltou a perguntar Cláudia.
- O que tu tinhas dito para eu dizer numa situação destas... Que nem conhecia nenhuma Cláudia e que aqui na Quinta nem há raparigas jovens. – Informou João.
- Ok, obrigado... – Disse ela, pensativa e numa atitude que mostrava ainda estar chateada com ele.
- A avó disse para te dizer que quando acabares, é para ires lanchar. – Disse João.
- 'Tá bem. – Confirmou Cláudia, ainda pensativa, mas sem deixar que curiosidade a dominasse por completo.
Enquanto lanchava, Cláudia não dizia nada, só pensava que algo estaria para acontecer, o seu passado voltaria para atormenta-la, de certeza!
- Porque é que 'tás assim miúda? – Perguntou João.
- Deixa a gaiata em paz meu filho... – Carolina virou-se depois para Cláudia - Não estejas assim tristonha minha filha, é Primavera! Alegria!
Por: Alberto A.
Revisão: Ricardo R.
Música-inspiração: Ornatos Violeta - Capitão Romance
Logo ao raiar do Sol o galo, cacarejando, acordou todos os animais e pessoas que viviam na Quinta, que, com menos dificuldade que o habitual em dias de Inverno, levantaram-se sabendo de antemão que os esperava um ensolarado dia de Primavera.
Cláudia foi a primeira a levantar-se, vestiu-se e foi para fora de casa inspirar o ar puro, até que um rapaz alto, moreno e bem parecido surgiu de dentro de casa, foi ter com ela e disse:
- O pequeno-almoço já está pronto. Vens?
- Oh João, nem paraste para olhar à tua volta. Vê como é bela a Primavera. - Ripostou Cláudia.
- Realmente tens razão, mas estou esfomeado. Vamos! - Disse João enquanto olhava à sua volta.
- Ok, ok! - Acalmou-o Cláudia.
Já dentro de casa, enquanto pequeno-almoçavam, João perguntou:
- Depois de comermos queres dar um passeio?
- Pode ser... Onde? - Perguntou Cláudia.
- Não sei. Passear... - Tentou esclarecer João.
- Ai... Tá bem, vá. - Concordou Cláudia enquanto revirava os olhos.
- As conversas da juventude... - Disse, aparte, Carolina, a avó de João: uma mulher baixa, de cabelos grisalhos, pelos seus sessenta e dois anos, mas com a energia de uma mulher de trinta anos, devido ao trabalho diário na Quinta.
Depois do pequeno-almoço, João e Cláudia fizeram como haviam combinado e foram dar um passeio para lá da Quinta, até um sitio onde parecia haver ninguém.
João encontrou um local para os dois se sentarem e lá ficaram a conversar, com o pouco que lhes ia ocorrendo e à medida que a conversa ia decorrendo, João ia aproximando-se de Cláudia e tentava pôr o seu braço à volta dela. Cláudia nada dizia... Até que João, subitamente, tentou beija-la.
- João! Já falámos sobre isso... - Disse ela enquanto o afastava.
- Mas eu amo-te, tu sabes disso. - Disse ele ao levantar-se.
- Amas... Só nos conhecemos a um mês e tu sabes que o meu passado não foi lá muito alegre com rapazes. - Lembrou Cláudia.
- Pois... Vamos embora. - Ripostou João de cabeça baixa.
- É... – Concordou Cláudia enquanto se levantava.
5 de Abril – Segunda-feira
Era de tarde e o Sol parecia decidido a não aparecer naquele dia.
Cláudia estava a tratar da horta, como havia pedido a avó Carolina e enquanto o fazia, sem querer fazê-lo, lembrava-se de como fora a morte de Alberto, no entanto, sem verter nenhuma lágrima, como se já não o amasse. Pudera... Já havia chorado tudo.
- Cláudia! – Gritou João, andando na direcção dela.
- O que se passa? – Perguntou Cláudia.
- Passou por aqui uma pessoa a perguntar por ti... – Disse João, já perto dela.
- E o que lhe disseste...? – Voltou a perguntar Cláudia.
- O que tu tinhas dito para eu dizer numa situação destas... Que nem conhecia nenhuma Cláudia e que aqui na Quinta nem há raparigas jovens. – Informou João.
- Ok, obrigado... – Disse ela, pensativa e numa atitude que mostrava ainda estar chateada com ele.
- A avó disse para te dizer que quando acabares, é para ires lanchar. – Disse João.
- 'Tá bem. – Confirmou Cláudia, ainda pensativa, mas sem deixar que curiosidade a dominasse por completo.
Enquanto lanchava, Cláudia não dizia nada, só pensava que algo estaria para acontecer, o seu passado voltaria para atormenta-la, de certeza!
- Porque é que 'tás assim miúda? – Perguntou João.
- Deixa a gaiata em paz meu filho... – Carolina virou-se depois para Cláudia - Não estejas assim tristonha minha filha, é Primavera! Alegria!
Por: Alberto A.
Revisão: Ricardo R.
Música-inspiração: Ornatos Violeta - Capitão Romance
quarta-feira, 9 de junho de 2010
É-me Natural
Natural...
É natureza!
Animais e plantas...
A beleza!
Purezas santas...
Colossais!
Mas tudo calmo...
Local...
Esquecimento!
Longo pensamento...
Esquecendo desamores...
Belezas!
Normalidades...
Horrores!
Por:
Adolfo de Sousa
É natureza!
Animais e plantas...
A beleza!
Purezas santas...
Colossais!
Mas tudo calmo...
Local...
Esquecimento!
Longo pensamento...
Esquecendo desamores...
Belezas!
Normalidades...
Horrores!
Por:
Adolfo de Sousa
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