Pois é...
Mais um blog com uma crónica semanal, desta vez aos Domingos, só para ser diferente (ou não) de todos os outros. Domingo é aquele tipo de dia que é suposto não se fazer muito, descanso da grande labora semanal, sentar na cadeira/poltrona e relaxar, isto á noite, pois de manhã quer-se um passeio em família ou uma simples actividade ao ar livre se o tempo o permitir. E depois de um bom jantar, relaxar na sala de estar, a ouvir um blues, a ler um livro, ou a navegar pela blogoesfera a ler o que bom e de mau se faz, entre os amadores e os profissionais, e as ideias que circulam o mundo, sempre uma experiência multi-cultural e interessante.
Este blog, não tem pretensões de ser activista, embora se goste de falar de assuntos ditos "polémicos", este blog não tem pretensões de ser dedicado ao humor (seja ele de que tipo for), embora uma pitada de ironia esteja sempre presente, e por último, este blog não tem pretensões de ser pretensioso, o que realmente queremos é um cesto de verga onde possamos colocar os frutos da nossa imaginação.
De poesia a prosa, de política a música, do metal ao hip-hop e do maior astro do universo até ao mais ínfimo grão de terra, tudo será discutido, tudo será questionado e tudo será comentado, honestidade será uma constante, mas nunca ofensiva, esperemos que gostem das nossas colheitas e que também sejam parte do nosso imaginarium.
Despeço-me com amizade, e a nossa apresentação está feita.
Rickgard R.
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Crónica: Obrigado Gripe A

Antes de mais, gostaria de iniciar esta crónica, começando por informar que a partir deste Sábado haverá crónicas semanais, portanto apareçam!
Passando agora a este pequeno grande tema. Pequeno, porque ainda não foi divulgado por nenhum meio de comunicação e grande, porque se trata de uma doença que dizem poder matar...
No entanto, sabem o que me agrada mais na gripe A? É que agora parece que o mundo aprendeu, finalmente, que a higiene é importante (com vídeos extremamente engraçados, sublinho), ou então é pelo facto de agora termos papeis nas casas de banho da escola e já não termos de secar a mão às calças, todavia o único senão disto tudo é que agora passei de pessoa asseada a pessoa...
E quando a gripe A, a gripi A e a gripA passarem, como será? Voltaremos aos nossos modernos hábitos de higiene? Eu espero que não, mas, o que mais me pergunto é se os cozinheiros continuam a colocar os dedos nos alimentos que preparam, como sempre aconteceu, e sem a devida lavagem das mãos. Ainda não vi esse problema abordado! Parece que sou o único interessado em não comer germes...
Enfim... Tinha de deixar o meu "obrigado" a esta maravilhosa pandemia, que por mais que tenha servido de motivo para mais discursos e abate de árvores para o fabrico em massa de panfletos sobre a gripe e sobre como lavar as mãos, não deixa de ter as suas vantagens! Continua o bom trabalho "por um mundo melhor!".
Por:
Alberto Andrade
sábado, 10 de outubro de 2009
Informação
Mesmo ainda não tendo um blogue muito visitado, quero informar aos que possivelmente visitam e visitaram, que tentaremos alargar o conteúdo deste blogue para todo o tipo de texto... Com alguma preferência pelas Cronicas, que serão postadas por mim todos os Sábados, mas pelo meu parceiro ainda não sei...
Até mais tarde e obrigado.
Por:
Alberto Andrade
Até mais tarde e obrigado.
Por:
Alberto Andrade
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Escrita Singular
Razão de tipo nenhum sem!
Brincalhão ser decidiu que,
Atrevido poeta um de
Diversão a para mesmo só,
Contrário ao está isto que!
Percebido ter deve já inteligente menos o até
Dilema num perdermos nos não sim mas!
Tema o compreender preciso é não,
Poema esse ler para que,
Cabeça pela passou te já que penso
Encaixe mesmo o mantinha.
Pontuação valiosa a só
Desfaz-se outrora de facilidade a!
Confusão tanta com,
Rima há que perceba se!
Normal forma da só que mesmo,
Cima para baixo de e.
Esquerda a para direita da ler imagina
Otário de ideia um seria!
Geral pânico o seria!
Contrário o para tudo mudasse...
Repente de se, imagina agora mas
Perceber sequer ou ligar sem!
Escrevemos que aquilo,
Ler de forma nossa a ditam que...
Padrões tem portuguesa língua a,
Por:
Alberto Andrade
Brincalhão ser decidiu que,
Atrevido poeta um de
Diversão a para mesmo só,
Contrário ao está isto que!
Percebido ter deve já inteligente menos o até
Dilema num perdermos nos não sim mas!
Tema o compreender preciso é não,
Poema esse ler para que,
Cabeça pela passou te já que penso
Encaixe mesmo o mantinha.
Pontuação valiosa a só
Desfaz-se outrora de facilidade a!
Confusão tanta com,
Rima há que perceba se!
Normal forma da só que mesmo,
Cima para baixo de e.
Esquerda a para direita da ler imagina
Otário de ideia um seria!
Geral pânico o seria!
Contrário o para tudo mudasse...
Repente de se, imagina agora mas
Perceber sequer ou ligar sem!
Escrevemos que aquilo,
Ler de forma nossa a ditam que...
Padrões tem portuguesa língua a,
Por:
Alberto Andrade
Pequenez
Quero ser grande!
Ser maior
Que o Universo!
Quero ser gigante,
No interior e exterior!
É só isso que eu peço...
Temo esta pequenez!
Estou farto da insignificância...
Quero crescer de uma vez!
Caminho...
Neste grande Universo.
Neste pequeno Planeta.
Sozinho...
A decompor-me em verso,
Mais pequeno que uma praceta.
Quero ser grande,
Como muitos pequenos de outrora,
Que fizeram a diferença!
Algum dia chegará a minha hora?
Por:
Alberto Andrade
Ser maior
Que o Universo!
Quero ser gigante,
No interior e exterior!
É só isso que eu peço...
Temo esta pequenez!
Estou farto da insignificância...
Quero crescer de uma vez!
Caminho...
Neste grande Universo.
Neste pequeno Planeta.
Sozinho...
A decompor-me em verso,
Mais pequeno que uma praceta.
Quero ser grande,
Como muitos pequenos de outrora,
Que fizeram a diferença!
Algum dia chegará a minha hora?
Por:
Alberto Andrade
terça-feira, 28 de abril de 2009
The Flag Series
Reborn Flag
Raise the flag in memory of those who died in her name.
For those who died so it could be raised once again.
Raise the Flag for the ones who carried her along the path of peril.
And raise yet again the Flag, for those who are still to be born.
So they can look at it, and honour those who died for it.
Raise the flag for the mothers who lost their children.
For the wives who lost their husbands.
For the friends who lost their dearest friends.
Raise the flag in honour of all tears that have been shed.
Por: Ricardo Relvas
[Um poema curto, feito em pouco tempo e sem grandes pretensões, um estudo sobre o tema e a sua concepçao, para depois servir como base a um projecto maior. O objectivo é atingir a tristeza e o sentido da memória daqueles que já partiram em nome de algo maior, deste modo espero que o leitor visualize e que reflicta sobre o assunto.]
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Olhares
Olhares que me cegam a alma,
Que encarceram o meu ser.
Afiguram-se a correntes:
Frias, longas e pesadas...
Que envolvem todo o meu corpo!
E em todo o meu corpo sinto o frio,
O frio da solidão
Solidão que me enche a alma
Com medo...
Medo de ser abandonado
Sem nunca ter sido de ninguém.
Mesmo estando cego
Vejo o reflexo da minha alma
E nesse reflexo, lágrimas de sangue
Que escorrem por todo o meu corpo.
Lágrimas que ilustram o meu sofrimento
Como rios que se cruzam.
E que serpenteiam,
Guiados pelo destino.
Rios esses não de água, mas de sangue
Fruto do sofrimento.
Sofrimento que me suga a vida,
Fazendo-me pender entre a vida e a morte,
Onde me cruzo com a eternidade,
Outrora inalcançável...
Perdido entre a vida e a morte,
Mais uma vez abandonado
Pela chama da minha vida!
Que se apagou com a tua partida,
Com o extinguir da tua no teu olhar.
Por:
Alberto Andrade
e Ricardo Relvas
Que encarceram o meu ser.
Afiguram-se a correntes:
Frias, longas e pesadas...
Que envolvem todo o meu corpo!
E em todo o meu corpo sinto o frio,
O frio da solidão
Solidão que me enche a alma
Com medo...
Medo de ser abandonado
Sem nunca ter sido de ninguém.
Mesmo estando cego
Vejo o reflexo da minha alma
E nesse reflexo, lágrimas de sangue
Que escorrem por todo o meu corpo.
Lágrimas que ilustram o meu sofrimento
Como rios que se cruzam.
E que serpenteiam,
Guiados pelo destino.
Rios esses não de água, mas de sangue
Fruto do sofrimento.
Sofrimento que me suga a vida,
Fazendo-me pender entre a vida e a morte,
Onde me cruzo com a eternidade,
Outrora inalcançável...
Perdido entre a vida e a morte,
Mais uma vez abandonado
Pela chama da minha vida!
Que se apagou com a tua partida,
Com o extinguir da tua no teu olhar.
Por:
Alberto Andrade
e Ricardo Relvas
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