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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Crónica: "Plágio de Mim"


Olá pessoal atento!
Já a algum que não é aqui postado nada, portanto, vou só fazer, aqui, uma espécie de crónica diferente do habitual...
Ah! Estou quase a começar a postar a História que prometi. Mesmo quase...

"Não sei se sou eu, se sou real
se sou acaso ocasional
se sou banido ou sou banal.
Não sei se sou eu, se sou assim
se sou um simples arlequim
se sou quem quero que não quero
ou o que querem de mim."

De: Luiz e a Lata c/ Raquel Tavares,
Em: "Plágio de Mim"


Adoro essa musica! Principalmente essa estrofe final, em que ele diz "Não sei se sou eu, se sou real" questionando a liberdade de ser, passando depois por dizer "Se sou acaso ocasional", desta vez questionando se nasceu por acaso num acontecimento ocasional (se é que me entendem). Passando depois para "Se sou banido ou sou banal.", querendo questionar-se sobre ser diferente das outras pessoas ou iguais a elas todas. Depois ainda fala sobre ser "... um simples arlequim" que significa ser uma espécie de palhaço... Portanto, querendo questionar-se, desta vez, se ele será apenas uma pessoa que vive de palhaçadas até à hora da sua morte. E por fim, questionam-se sobre: "Se sou quem quero que não quero ou o que querem de mim" que é evidentemente a questão que conclui a canção toda, perguntando-se se ele é quem quer ser, ou o que não quer por querer, ou então o que as outras pessoas querem dele.

Isto leva-me a pensar apenas no seguinte:
Quantos de nós nunca nos questionamos disto?
Todos... Só que há pessoas que o transmitem "cá para fora", como este cantor fez nesta canção e que só serve para percebermos que somos compreendidos pelos outros, mesmo pensado que não. Nenhum de nós é um ser especial... Somos todos especiais e passamos por coisas igualmente difíceis!
Somos reais! Somos banais de tão especiais! Não somos simples arlequim! No entanto, alguns de nós são acasos ocasionais e todos somos o que querem de nós. E se isso não for humano, temos apenas de mudar!
Todos!


A tal canção: http://www.youtube.com/watch?v=lHcZbccxnTo (aconselho a ouvir as outras musicas)
Um poema meu que fala sobre algo parecido: http://imaginariumliterature.blogspot.com/2009/04/ser-especial.html



Por:
Alberto Andrade

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Informação 2

A partir de um dia destes, vou começar a postar uma história, que se chamará "História de Amor" ou algo do género. Que será basicamente uma tragédia romântica, com "muita morte, sexo e amor" entre, possivelmente, três personagens. Rondando uma divisão de, sensivelmente, três partes.
Apareçam para ler...



Por:
Alberto Andrade

domingo, 6 de dezembro de 2009

Fecho os olhos
e assim não vejo.
Ando no escuro
evito o desejo

Vivo uma paixão
e engano a mente
Volto a negar a visão
e dou mais um passo em frente...

Mais um passo
e o escuro não recua
na pele sinto, o frio baço
na mente, vagueia a essência nua

Nem tudo é mau aqui
Ao menos, o escuro é certo
Em tudo o que (não) vivi
não encontrei sitio tão belo (e tão perto)

Finalmente, vejo um fim!
A porta pela qual ansiava
Não que a escuridão matasse,
mas a sua presença já não me agradava

Mas, para além da porta?
O que há para encontrar?
Eu quero ver a luz morta...
eu quero mais escuridão para andar...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Crónica: Como Fazer Uma Crónica


Exacto... Mais uma crónica de Sábado, cheia de alegrias e fantasias, que vos deixará loucos por mais! Ou apenas eu, mais uma vez, a armar-me em parvo...
(Reparem apenas na forma, como iniciei a crónica à Peter Griffin dos Family Guy, quando diz: "Yeah...", que corresponde a dizer que estou a fingir concordar com algo que não concordo).

Esta semana decidi falar sobre os Tokio Hotel, mas achei mais interessante falar sobre moscas, no entanto, já fiz um texto parecido à uns anos atrás, portanto falarei sobre algo que realmente valha a pena...

É complicado fazer crónicas semanais, pois arranjar um tema é mais difícil do que parece, mas, entretanto, depois de o encontrarmos, é só deixar fluir... Depois basta corrigir possíveis erros, mudar o que tiver de ser mudado e pronto, está feito!

(Eu, agora, podia acabar a crónica mesmo aqui, mas assim o texto ficaria muito pequeno, e eu até gosto de falar!)

Falando, agora, sobre o conteúdo de uma crónica, que no meu caso consiste em falar muito e dizer nada, demonstrando uma suposta-inteligência, através de palavras caras e afins. Quando, pelo contra, deveria tratar o tema com alguma seriedade, mas um pouco de humor.
Exactamente... Quando não percebo nada do que estou a falar, faço rir, para parecer que percebo, mas que optei por uma postura sarcástica.

Resumindo... Para não enfadar ninguém... Quem quiser escrever uma crónica, só precisa de: saber opinar, mas não fazer melhor e saber fazer chacota, mas não gostar de ser motivo de uma.


Por:
Alberto Andrade

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Not Only Food can be Fast!

Pois é...

Vou começar a escrever ás Sextas-Feiras, pela razão que os Domingos não têm sido o tal dia de descanso semanal, e como estar cansado não é propriamente o melhor estado para escrever, decidi mudar para as Sextas, mas, este Domingo teremos uma surpresa para os nossos leitores, um amigo nosso irá compor umas palavras para nosso prazer, não percam!

O tema de hoje é Sexo, da perspectiva de um jovem de 18 anos que fica espantado como hoje em dia o sexo é extremamente banal...

Hoje em dia, o sexo é visto com a maior das naturalidades, o que não é mau, pois acabaram-se os preconceitos, e muitos dos medos, o que deu origem a esta nova liberdade, a liberdade de poder ter relações sexuais sem problemas de consciência de maior (se for feito com as devidas precauções obviamente). Podemos assim concluir que de facto a mentalidade da sociedade sobre este assunto mudou bastante.

Mas, na minha opinião, nem tudo são rosas... Com a banalização do sexo, veio também a perca da noção de companheirismo e cumplicidade com o parceiro(a), já não é preciso ter confiança na pessoa para ter relações sexuais, basta conhecer numa noite de festa e pronto, o álcool e as hormonas tratam do resto, continua a ser necessário ambos os lados quererem juntar-se só que já é visto como um simples acto de prazer e nada mais, como quem vê um filme ou assiste a um concerto de música, o sexo passou a ser uma maneira de diversão, ao ponto de quase criar algo nas alíneas do Fast-Food, o Fast-Sex, rápido, cheio de prazer, e de curta duração.

Pessoalmente, não condeno estas novas interpretações, cada um tem o dever de ser responsável, usar as protecções adequadas e ter cuidado no que se mete, mas se me perguntarem, prefiro mil vezes o "amor" do que o simples "sexo".

Pela simples razão que me vejo como um romântico clássico, não acho piada ao simples acto de obter prazer, é egoísta, penso que ao termos uma relação física tão próxima devemos pensar em satisfazer a nossa parceira e não a nós mesmos, isso é que é o amor, a partilha do prazer... E recuando mais um pouco, penso que o mais importante é mesmo o jantar romântico, as palavras os carinhos, como elas chamam "os preliminares", são sem dúvida, muitíssimo mais interessantes do que o acto de multiplicação, sou incapaz de andar a passear nas discotecas feito "pescador" (expressão usada por mim e pelos meus amigos para designar alguém que anda à "pesca" de de outras pessoas apenas com o fim de... dar uma queca... perdoem-me a linguagem...).

Com esta nova mentalidade, também se perderam os antigos costumes do bom cavalheiro, o gentleman, o homem que era simpático e cordial, para dar lugar ao jovem, saco de testosterona, que simplesmente é controlado pelo desejo carnal... Com isto, as mulheres deixaram de confiar tanto nos homens, e sempre que um haja de um modo mais cordial e romântico é logo visto de modo suspeito, afinal, hoje em dia "já não existem cavalheiros!". Pois é, mas nós existimos, e sofremos por ainda acreditarmos em algo chamado de "amor", muitos chamam-nos de estúpidos e que não sabemos viver e apreciar a vida, mas se "apreciar a vida" é simplesmente ceder aos desejos físicos, e alimentar-me de Fast-Sex, então não obrigado! Eu cá fico com o meu romantismo, que torna tudo muito mais belo durante muito mais tempo.

Despeço-me com amizade, e bom fim-de-semana!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Drafts Of A Book

I need it,
I need it to strengthen my spirit.
I need her,
I need her to warm my soul.

Because she's the only way,
She's the only one,
Who can help me find
My so hidden essence!

This is not a love poem…
This is not another one among many…
This is a search for something,
A something that only she possesses!

And I don't know what…
Is it happiness?
I really don't know, but...
I know she has it!

How can you pursue something that's far away?
How can you hold her in your arms?
You cannot, just take it away
And if you need her, but she doesn't need you?

I really need answers,
As I need her with me!
I want to say everything to her,
With only a single word.

I won't get the answer,
By just swimming in self pity!
She isn’t that special!
This is not a love poem,
Another one among many!


Por:
Alberto Andrade
e Ricardo Relvas

domingo, 29 de novembro de 2009

Se tivesse sido diferente...

Primeiro que tudo gostaria de pedir desculpas pelo atraso de duas semanas no uso do meu espaço, penso até em mudar de Domingos para Sextas, devido ao Domingo estar normalmente ocupado o que me deixa bastante exausto para dar a devida atenção á crónica.

Hoje venho contar uma história que achei bastante interessante, li-a enquanto passeava pela internet num site que continha muitas outras histórias do mesmo tipo, inspiradores e interessantes, deixo aqui o site para os interessados:
http://www.indianchild.com/inspiring_stories.htm


Havia um jovem que estavas prestes a acabar o secundário,durante muito tempo esteve a admirar um carro desportivo, esperava que quando acabasse o secundário o seu pai, um empresário bastante rico, o oferece-se como prémio, pois visto que o preço não seria problema e visto que também ja o tinha pedido ao pai.


Chega o grande dia, o jovem acabara oficialmente o secundário, ela passara o tempo tod,o super ansioso á procura de sinais de que o seu pai teria comprado o tal carro desportivo até que o pai lhe chama ao seu escritório. O pai começa por dizer o quão orgulhoso estava do seu filho e que sorte tinha como ele era como era, e entrega-lhe uma caixa com um papel de embrulho bastante bonito.

O jovem abre rapidamente a caixa e, como que um relâmpago, fica desapontado com o que vê, uma bíblia, com a capa em pele. Furioso com a decepção, o rapaz levanta a voz e começa a discutir com o seu pai, dizendo como era possível o pai ter tanto dinheiro e oferecer uma bíblia sabendo que o desejo era o carro desportivo. Cego pela fúria o jovem sai de casa para nunca mais voltar.

Os anos passaram, o jovem tornou-se um empresário com bastante sucesso, criou a sua própria família e tinha a sua própria casa, mas lembrou-se como o seu pai já estava bastante idoso, e decidiu fazer-lhe uma visita, desde a discussão ele nunca tinha falado ou visitado mais o seu pai. Enquanto fazia os preparativos para a viagem recebeu um telegrama, dizendo que o seu pai tinha falecido e que lhe tinha deixado em testamento todo o seu património, dizia também que tinha que ir rapidamente para tratar da transferência dos bens.


Quando o jovem chegou á sua antiga casa, um grande sentimento de arrependimento e tristeza encheu o seu espírito, ao entrar no escritório do seu pai, onde tinha sido palco da grande discussão e a última vez que tinha falado com o seu pai, á procura dos papéis importantes ele encontrou a bíblia, ainda nova, que lhe tinha sido oferecida. Enquanto lia algumas palavras, com lágrimas a correrem pelo rosto, um envelope cai de dentro da bíblia, nesse envelope estava a chave de um carro, onde na etiqueta tinha a identificação do stand e do tal carro desportivo, também estava indicado "Pago por Completo" com a data do dia da discussão...


Moral da história: Quantas vezes não perdemos oportunidades porque simplesmente não contamos com a maneira que elas nos são apresentadas? Penso que seja algo útil para nos lembrarmos mais tarde.

Acredito que já tenha acontecido a todos nós, simplesmente esperamos uma coisa e não vem como esperamos... Estejam atentos e não vivam com pressa.